quarta-feira, 1 de junho de 2016

Festa da Coroação de Nossa Senhora - Colégio São Bento e Santa Escolástica 2016






Festa da Coroação de Nossa Senhora realizado no Colégio São Bento e Santa Escolástica, Mosteiro da Santa Cruz, em 31-05-16, Nova Friburgo – RJ.





terça-feira, 31 de maio de 2016

Festa de Corpus Christi - Mosteiro da Santa Cruz - 2016 - Fotos






Festa de Corpus Christi  relizada no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo – RJ, 26-05-16









segunda-feira, 30 de maio de 2016

Peregrinação de Pentecoste 2016 - Mosteiro da Santa Cruz






Algumas fotos da Peregrinação de Pentecoste realizada por fieis e religiosos do Mosteiro da Santa Cruz. Partindo do centro da cidade de Nova Friburgo e indo até a sede do Mosteiro, com sol ou chuva. Uma santa Caminhada de aproximadamente 20 km, com cânticos e o Santo Rosário.





Vamos trabalhar - U.I.O.G.D





Caros leitores e irmãos em Cristão, Salve Maria. 

Depois de um período sem atividade, eis que venho informar que o blog do Grupo Santo Tomás de Aquino voltará as atividades, buscando sempre a maior Glória de Deus. Obrigado a todos.

domingo, 27 de março de 2016

Ressuscitou! - Gustavo Corção



Não há em todo o ano litúrgico, que é o vôo circular em que a Igreja contempla amorosamente os mistérios de Cristo, momento mais jubiloso e mais belo em que, antes de acender o Círio Pascal, o Diácono canta o“Exultet Jam Angélica Turba Caelorum...” que é, sem dúvida alguma, o maior primor que os homens, com inspiração divina e engenho próprio jamais lograram compor em toda a história do cristianismo e do mundo. Quem já adulto, e já doloridamente vivido, teve a felicidade de ouvi-lo pela primeira vez no esplendor do Movimento Litúrgico, pôde apreciar, nessa adamantina condensação, todo o apuro, todo o requinte de infinito bom-gosto que a Igreja, ex abundantia operis, trouxe à civilização, e até hoje guarda a lembrança do estremecimento da alegria que nessa noite sentiu como antecipação de todas as promessas de Deus:

O vere beata nox, quae sola meruit scire tempus et horam in qua Christus ab inferis ressurrexit! – Ó bem-aventurada noite, única que mereceu conhecer o dia e a hora em que Cristo ressuscitou dos mortos. 

Inebriada de alegria a Igreja delira, e chega à amorosa inconveniência, à desmedida loucura de cantar:

O certe necessarium Adae peccatum... O felix culpa... – Ó necessário pecado de Adão...Ó culpa feliz.

E depois, agora mais senhora de si, gravemente repete a grande história do Verbo de Deus desde a madrugada da Criação, desde a promessa feita a Abraão, e através das palavras dos profetas até aquela outra madrugada do primeiro dia da semana em que Maria Madalena e a outra Maria vieram visitar o sepulcro.

sexta-feira, 25 de março de 2016

A Imobilidade e a Escuridão - Trecho do Livro A Subida do Calvário do Pe. Luís Perroy



Havia que chegar a isto. Todo o fatal progresso da Paixão do Cristo tende a privá-lO gradualmente da Sua liberdade, para Lhe comprar a cada privação um sofrimento novo, até  que  o  derradeiro  esforço  desse  trabalho  superior  da  Justiça  de  Deus  consiga imobilizá-lO na dor.

Primeiro  os  laços,  depois  a  entrega  entre  as  mãos  de  soldados  debochados,  depois  a privação da vista no corpo da guarda, o amortecimento das forças e a exaustão que a marcha  acarreta  e,  finalmente...  os  cravos  que  O  fincam  na  Cruz:  é  a  tremenda imobilidade!  A  simples  reflexão  pode  nos  dar  uma  ideia  deste  último  instrumento  de suplício. Estar preso, fixado por quatro Chagas a se alargarem de minuto em minuto a um sofrimento a que não se pode escapar!

O  menor  movimento  não  faria,  aliás,  senão  aumentar  esse  sofrimento.  E  três  horas durou  esse  tormento  assombroso!  O  doente  preso  de  dor  revolve-se  penosamente  no leito; tem necessidade desse movimento que, se não lho suprime, muda-lhe ao menos o sofrimento: descansa de um pelo outro. Na Cruz, porém, nenhum descanso a esperar a não ser numa morte que só há de vir lentamente. Mais uma vez: era preciso. O homem, pecando,  abusa  da  sua  liberdade:  o  castigo  correspondente  à  sua  culpa  devia  ser  a privação dessa liberdade. O Filho do Homem, que expia por toda a humanidade, será, pois,  conseqüentemente  com  o  Seu  papel  de  Vítima  expiatória,  privado  de  toda  a liberdade.

Está feito, e é sobretudo nesse exato momento que Ele salva os pecadores. Gritam-Lhe galhofando:  “Desce  agora,  se  podes”.  Já  não  pode.  Está  cravado.  As  almas  que  se queixam de estar presas à mesma cruz, pesada, esmagadora, sem esperança de a poder largar neste mundo, devem vir ao pé desta Cruz de Jesus.

Eu venho, meu Deus, e ante a Vossa imóvel atitude, ante esses cravos que Vos fincam ao dever sangrento da Redenção, eu nem sequer em desejo procurarei despregar-me de uma cruz que em alguns pontos quisestes tornar semelhante à Vossa.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Novo Pentecostes - Gustavo Corção





É a última espetacular novidade religiosa que se espalha com grande sucesso no mundo inteiro. Num recorte recente de "Le Monde" lemos a notícia desse movimento cujo sucesso se contrapõe, na pena de Henri Fesquet, "ao declínio das grandes Igrejas" mais ou menos institucionalizadas. Esse movimento de origem protestante, nascido antes do século, cresceu agora rapidamente. O número de "Assembléias de Deus" que era de 264 em 1963 ultrapassa o número de 400 em 1972. Calcula-se em dez milhões o número de praticantes no mundo inteiro", diz "Le Monde"; e como era de esperar anuncia que o movimento já entusiasmou o mundo católico onde ganha o nome de "renovação carismática" e até reclama o mais ousado título de "novo pentecostes".
   
Em Junho reuniu-se na Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos, um "congresso de renovação carismática" com o comparecimento de 25.000 participantes entre os quais figuravam muitos padres, Bispos, e o Cardeal Suhenens, Primaz da Bélgica.
   
Que dizem de si mesmos esses católicos empenhados em tal movimento? Várias publicações, entre as quais destaco a do jovem casal americano Kevin e Dorothy Ranaghan, num livro traduzido em francês com o título "Le Retour de l'Esprit", apresentam o movimento pura e simplesmente como uma descontinuidade explosiva surgida na História do Cristianismo e produzida, nem mais nem menos, por uma nova descida do Espírito Santo sobre os milhares de adeptos que recebem, por imposição das mãos de outros, o "batismo do Espírito" e subitamente se convertem, mudam de vida, passam da mais profunda depressão à mais jubilosa exaltação, e começam a "falar em línguas", como os cristãos da Igreja nascente, e como os apóstolos no dia de Pentecostes (At 2, 1)
  
Uma as características do estado de espírito produzido nas assembléias carismáticas é a predominância daexteriorização sobre a interiorização, e a marcada emotividade que leva os adeptos a sentirem a presença do Espírito Santo, e a declararem essa convicção com uma espontaneidade — cada um contando sua experiência própria — que se liberta de qualquer compromisso de submissão à aprovação da Igreja.
  
Até aqui o nosso espanto não foi excessivo porque este fim de século e o mundo católico dito "progressista" já nos saturaram de extravagâncias, e já nos embotaram a manifestação do espanto. A nossa preocupação começou a ganhar dimensões de alarme quando vimos que o prudente hebdomadário "L'Homme Nouveau", dirigido por Marcel Clement, enviou 7 representantes ao Congresso de "renovação carismática" na Universidade Notre Dame, e que o próprio Marcel Clement, no seu editorial de 1o. de Julho, não hesita em falar de "novo Pentecostes" e de fazer este estranho pronunciamento:
   
"É uma realidade de Igreja. Equilibrada, serena, poderosa. Não se trata de misticismo exaltado. É verdadeiramente o Espírito Santo que os invade e os faz caminhar muito depressa até à única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo."
   
A nós nos parece que depressa demais pronunciou-se o Prof. Marcel Clement, como também nos parece incompreensível que se diga "cheminement très vite jusqu'à la seule et veritable Église de Jesus Christ" de pessoas já nela inseridas pelos sacramentos.
  
Prevemos o caminho de uma luta mais difícil do que as outras que até agora tivemos de enfrentar porque todos terão pressa excessiva de marcar pontos positivos num movimento em que os rapazes e as moças só dizem que querem rezar em "comunidade carismática", porque receberam do próprio Espírito Santo, num novo Pentecostes, dons maravilhosos que os tiraram dos mais profundos abismos e os elevam à mais pura alegria. Quem quererá cobrir-se do negrume de todas as antipatias para enfrentar tão maravilhosa transformação do mundo com um mínimo de reserva ou de exigência?

terça-feira, 22 de março de 2016

Monsenhor Richard Williamson - Sagração de Dom Tomás - 19-03-16








sábado, 19 de março de 2016

Sagração Episcopal de Mons. Tomás de Aquino - Fotos





O Grupo Santo Tomás de Aquino, se sente honrado de ter participado, através de alguns de seus membros, desse momento solene para a fé Católica e para todo o Brasil. Obrigado meu Deus Uno e Trino, obrigado Santíssima Virgem, Obrigado São José e Obrigado Mons. Williamson por nos ter Sagrado Bispo o agora Mons. Tomás de Aquino.









sábado, 12 de março de 2016

Série Milagres da Igreja Católica: Especial Nossa Senhora de Guadalupe - Parte 4





“OFTALMOLOGISTAS ASSOMBRADOS: OLHOS DA IMAGEM OBEDECEM PERFEITAMENTE TODAS AS LEIS DA ÓPTICA ENTÃO DESCONHECIDAS NO SÉCULO XVI”

Estudos ofalmológicos realizados aos olhos de Maria, detectaram que eles mostram os três efeitos de refração da imagem que um olho humano normalmente tem. È absolutamente impossível obter estes efeitos com um pincel, mesmo na nossa época. 

A Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que parecia tão contemplativa, ia assustar os maiores oftalmologistas que tiveram o privilégio de estudar Seus olhos: Eles estão “vivos” na tilma.

O primeiro a estudar os olhos foi Javier Torroela Bueno, chefe da Clínica de Propedêutica na Escola Nacional de Medicina (1949-1952) e da Cátedra de Oftalmologia (1953-1960), na Universidade Nacional Autônoma do México. Trabalhou com o eminente oftalmólogo e cirurgião Rafael Torija Lavoignet.

Foi o Dr. Lavoignet em julho de 1956, após oito meses consecutivos de trabalhos, quem descobriu na tilma, nos olhos da Virgem de Guadalupe, o fenômeno ótico da “tripla imagem de Purkinje-Samson”.

Com uma lupa, ele viu nos dois olhos da Imagem de Guadalupe a figura do “homem com a mão na barba”. E com oftalmoscópio, jogando luz sobre o olho direito, viu os três reflexos correspondentes à lei ótica da “tripla imagem”.