segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Os dois partidos (São Luiz de Montfort)




“Tendes aí, meus queridos associados, tendes aí os dois partidos que se apresentam a vós todos os dias: o partido de Jesus Cristo e o partido do mundo. À vossa direita tendes o partido do nosso amável Salvador. Este, avança por uma estrada bem mais estreita e dificultosa devido à corrupção do mundo. À testa da fila vai o divino Mestre, de pés nus, com a cabeça coroada de espinhos, como o corpo coberto de sangue e carregando pesadíssima Cruz. Só um punhado de pessoas O seguem, e essas, são, efetivamente, corajosas.

Quanto às restantes, ou a sua voz não chega até elas devido aos tumultos do mundo, ou então não se tem coragem de Segui-lo na pobreza, na dor, na humilhação e nas outras cruzes que todos os dias da vida é obrigatoriamente necessário carregar com Ele. À vossa esquerda tendes o partido do demônio. À primeira vista este é mais numeroso, mais esplêndido e atraente do que o outro. A elite dos indivíduos corre atrás dele, acotovelando-se, apesar dos seus serem caminhos largos e espaçosos devido às multidões que por lá passam como torrentes: é uma estrada toda coberta de flores, rodeada de diversões e prazeres, coberta de ouro de prata. À direita, o “pequeno rebanho” que segue Jesus Cristo fala só de lágrimas, de penitência, de oração e de desprezo do mundo. (Carta aos amigos da Cruz. São Luis de Montfort. Cleófas, 2007, p. 24-25) “Os mundanos, pelo contrário, para se encorajarem a perseverar nas suas maldades sem escrúpulos, todos os dias gritam os seus slogans: “A vida! A vida! Vivamos a vida” Paz! Alegria! Comamos, cantemos, dancemos, divirtamos-nos !

Deus é Pai de misericórdia e não nos criou para depois nos condenar; Deus não nos proíbe o divertimento; por isso não seremos condenados; nada de escrúpulos, portanto! Não, não morrereis!” (Carta aos amigos da Cruz. São Luis de Montfort. Cleófas, 2007, p. 27) “Na realidade, toda perfeição cristã consiste nisso:

a) na firme vontade de tornar-se santo: “se alguém quiser vir após Mim…”
b) na conversão: “renegue-se a si mesmo…”
c) na mortificação: “tome a sua cruz…”
d) na ação: “e siga-Me”

sábado, 26 de dezembro de 2015

Série: Aparições de Nossa Senhora - Aparecida (Brasil) 1717





HISTÓRICO

Em 1717 três pescadores, após frustrada tentativa de apanhar peixes no rio Paraíba do Sul perto de Guaratinguetá (SP), colheram em suas redes o corpo de uma estátua de Maria SS. e, depois, a cabeça da mesma. A este fato se seguiu farta pescaria, que surpreendeu os três homens. Tendo limpado e recomposto a imagem, expuseram-na à veneração dos fiéis em casas de família.

Verificaram-se, porém, alguns portentos, que chamaram a atenção do Pe. José Alves Vilela, pároco de Guaratinguetá. Este então decidiu construir para a Santa Mãe uma capela capaz de satisfazer ao crescente número de devotos da Virgem. Tal capela foi substituída por outra maior no morro dos Coqueiros em 1745, morro que tomou o nome de “Aparecida” (hoje cidade de Aparecida do Norte). Em 1846 foi iniciada a construção de templo mais vasto, que ainda hoje subsiste. No ano de 1980 foi concluída monumental basílica, alvo de peregrinações numerosas durante o ano inteiro. Em 1930 o Brasil foi solenemente consagrado a Nossa Senhora Aparecida pelo Cardeal D. Sebastião Leme na presença do Sr. Presidente da República e de numerosas autoridades religiosas, civis e militares.

Os acontecimentos de fins de 1995 chamaram a atenção para Maria Santíssima tal como é venerada em Aparecida do Norte (SP) e no Brasil inteiro na qualidade de Padroeira do nosso país. Sabe-se que tal devoção se deve a uma pesca surpreendente cercada de fatos extraordinárias, que suscitaram a piedade dos fiéis da região de Guaratinguetá e, posteriormente, a da população de todo o Brasil. Em 1930 a Virgem Santíssima foi proclamada Padroeira do Brasil sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (ou Nossa Senhora Imaculada em sua Conceição e Aparecida nas águas do rio Paraíba do Sul).¹

Já que versões diversas correm sobre o desenrolar dessas aparições e os atos subseqüentes, apresentaremos, a seguir, a genuína história dos eventos registrados.


1.  APARIÇÃO E AS PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES
POPULARES (1717-1745)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Padre Pio e os Anjos - Livro






segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Homilia - Festa de Todos os Santos - 2015







sábado, 19 de dezembro de 2015

Quarto Mandamento: Honrar Pai e Mãe ( Parte I )




A palavra honrar significa ter  sentimentos de dedicação e de respeito para com alguém.

O pai e a mãe honram-se com o amor, com o respeito, com a obediência e com a assistência.

Devemos amar pai e mãe, porque a eles, depois de Deus, devemos a existência e a vida, e porque tem toda a sorte de cuidados para conosco.

Honrar pai e mãe com o amor quer dizer que os filhos, com ato interno de benevolência, devem amar a seus pais, os quais nada desejam tanto como serem amados de seus filhos.

Honrar os pais com o respeito significa que os filhos devem mostrar em toda a ocasião muita gratidão e reverencia tanto em obras como em palavras para com seus pais. Respeitar os pais é respeitar a Deus que eles representam.

Honrar os pais com a obediência significa que os filhos devem obedecer sempre aos pais cm tudo aquilo que não é pecado. Se os pais mandassem alguma cousa contra a lei de Deus ou da Igreja, os filhos não devem obedecer-lhes, porque devemos obedecer antes a Deus do que aos homens.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Série: Milagres da Igreja Católica: O Poder do Escapulário acalma o Mar



No ano de 1845, o navio 'King of the Ocean' deixava o Porto de Londres com destino à Austrália. Entre os passageiros, encontrava-se o pastor protestante inglês James Fisher, com Esposa e dois filhos de nove e sete anos de idade. O tempo esteve bom nas primeiras semanas de viagem, mas, quando já adiantava-se Oceano Índico adentro, um forte tornado, vindo do noroeste, varreu o oceano. As ondas irrompiam furiosamente, as velas se rasgavam e, a bordo, o madeiramento não parecia mais do que canas à mercê dos ventos e das ondas dessa noite memorável. Ordenaram aos passageiros que descessem às suas cabides. Não havia o que fazer. Ouviam-se ordens de comando, gritos de desespero e súplicas de misericórdia.

O Sr. Fisher com a família e mais outras pessoas, subiram ao convés e pediram que todos se unissem em oração suplicando perdão e misericórdia.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Série: Milagres da Igreja Católica - JOVEM SUICIDA É SALVO PELO ESCAPULÁRIO




DEGOLADO, SÓ É ENCONTRADO 3 DIAS DEPOIS E NÃO MORRE ATÉ ENCONTRAR-SE COM UM SACERDOTE

Como Nossa Senhora prometeu que aqueles que 'piedosamente' morressem com o Escapulário não padeceriam do fogo do inferno...

Este impressionante fato ocorreu perto de Granada, na Espanha, e mostra bem a clara proteção da Virgem do Carmo aos que usam o Escapulário.

Num internato daquela cidade, estudava um rapaz muito querido por seu bom comportamento e sucesso nos estudos. Um dia pediu licença para ir até sua cidade, não longe de Granada. Mas, à hora combinada, não voltou, nem no dia seguinte. Os professores mandaram alguém até a casa dos parentes, para saber o que teria ocorrido, mas ficaram surpresos em saber que ele lá não tinha aparecido.

Apreensivos, deram uma busca em seu quarto e só notaram a ausência da navalha com que costumava se barbear. Uma terrível suspeita levantou-se e imediatamente os mestres comunicaram o fato às autoridades e começaram as buscas para ao menos encontrar o corpo do rapaz.

Passados três dias de angustia, dois homens faziam o percurso de Granada à cidade em que morava o rapaz, quando sentiram um impulso interior para aproximar-se de um poço artesiano abandono, que ficava um pouco afastado do caminho. Depois de ter sido perfurado 80 metros, fora abandonado. A 30 metros havia uma saliência para servir de descanso a quem descesse. Conservava ainda um cabo, pelo qual se podia descer até quase o fundo.

Como não se podia ver nada em seu interior, por causa da escuridão, um dos homens jogou dentro uma pedra. No mesmo instante ouviu-se um gemido humano. Atônito, para certificar-se do fato, atirou outra. Aí ouviu-se claramente uma voz que dizia:

- Não atire mais, pois vai matar-me!

Impressionados, os dois correram à cidadezinha para dizer. A noticia correu como rastilho de pólvora, pois toda a população estava ansiosa para ter notícias do desaparecido rapaz. Assim, acorreu ao local o povoado todo, com autoridades e o vigário à frente.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ladainha da Humildade



                                                                        FONTE

Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós

Jesus, manso e humilde de coração, ouvi-nos
Jesus, manso e humilde de coração, atendei-nos
Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser buscado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser adulado, livrai-me, Jesus!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Hino da Congregação Mariana



                                                                            
                                                                   Letra


Do Prata ao Amazonas, Do mar às Cordilheiras,
Cerremos as Fileiras, Soldados do Senhor!
O nome teu Maria, Ó Virgem soberana,
Nos une nos irmana, Nos dá força e valor. (bis)


O averno ruge enfurecido,
Altar e trono quer destruido;
Da vida entramos na luta árdida,
 Por Deus pugnamos, por nossa vida.
Tu nos proteges ó Mãe potente,
 contra a inimiga cruel serpente;
De mil soldados não teme a espada,
 quem pugna à sombra da Imaculada!



Dum ideal celeste seguimos os encantos,
vendo em amargos prantos a terra esmorecer,
Seguirmos a Maria será nossa ventura;
 Teus filhos Virgem pura, sempre queremos ser!



Comentários Eleison: Infiéis Pertinazes - Dom Williamson




Comentários Eleison - por Dom Williamson
CDXXXV (435) - (14 de novembro de 2015):


INFIÉIS PERTINAZES


Quando a Europa tinha fé, podia derrotar

As hordas muçulmanas, e agora? — um retiro a se prolongar.


Enquanto os vacilantes remanescentes da Cristandade encaram hoje uma invasão muçulmana organizada pelos milenares inimigos de Deus, graças aos infelizes políticos das nações ocidentais e à mídia infame, é bom relembrarmos como a Cristandade foi tratada pelas invasões muçulmanas no passado, e como teve, então, de defender-se voltando-se para Deus. No verão de 1683, um grande exército muçulmano, algo em torno de 150 a 300 mil soldados, sitiou Viena e ameaçou engolfar a Europa de sul a leste. Os muçulmanos até conceberam capturar Roma, para a glória do Islã.

Com a ajuda de um santo capuchinho, Fr. Marco da Aviano, o Papa Inocêncio XI conseguiu reunir um exército cristão, formado por várias nações europeias, com o intuito de liberar Viena. Eis a oração do capuchinho pouco antes da batalha:

“Ó grande Deus dos exércitos, olhai-nos prostrados aqui, aos pés de vossa majestade, para impetrar-vos perdão pelas nossas culpas. Sabemos bem que merecemos que os infiéis impusessem as armas para oprimir-nos, porque as iniquidades que cometemos diariamente contra vossa bondade provocaram justamente vossa ira. Ó grande Deus, vos pedimos perdão do íntimo de nossos corações; execramos o pecado, porque Vós o abominais; estamos aflitos porque repetidamente excitamos à ira vossa suma bondade. Por amor a Vós mesmo, preferiríamos mil vezes morrer que cometer a mínima ação que vos desagrade. Socorrei-nos com vossa graça, ó Senhor, e não permitais que nós, vossos servos, rompamos o pacto que somente convosco fizemos. Tende, pois, piedade de nós, tende piedade de vossa Igreja, contra a qual o furor e a força dos infiéis já se preparam para oprimi-la. Ainda que seja por nossa culpa que tenham sido invadidas estas belas e cristãs regiões, e ainda que todos estes males que nos assaltam não sejam outra coisa que a consequência de nossa malícia, sejais todavia propício, ó bom Deus, e não desprezeis a obra de vossas mãos. Recordai que, para livrar-nos da servidão de Satanás, Vós destes vosso precioso Sangue.”

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Série Aparições de Nossa Senhora - GUADALUPE - México -1531




Onde Aconteceu: No México.

Quando: Em 1531.

A quem: A um Índio.

 Nossa Senhora de Guadalupe é a protetora das Américas, das vocações, das famílias e dos nascituros.
Todos os escritos narrados sobre as quatro aparições de Nossa Senhora de Guadalupe são inspirados no Nican Mopohua, ou Huei Tlamahuitzoltica, escrito em Nahuatl, a linguagem Azteca, pelo índio erudito Antônio Valeriano em meados do século XVI.
O que se divulga é uma cópia publicada em Nahuatl por Luis Lasso de la Vega em 1649.


As Aparições

Dez anos depois da tomada da Cidade do México, a guerra chegou ao fim e houve uma paz entre os povos. Desta maneira começou a brotar a fé, o conhecimento do Deus Verdadeiro, por quem nós vivemos. Neste tempo, no ano de mil quinhentos e trinta e um, nos primeiros dias do mês de dezembro, aconteceu que havia um pobre índio, chamado Juan Diego, inicialmente conhecido pelo nome nativo de Cuautitlan. No que diz respeito às coisas espirituais, ele pertencia ao Tlatilolco.  
Era sábado de madrugada, pouco antes do amanhecer, ele estava em seu caminho, a seguir seu culto divino e empenhado em sua tarefa. Ao chegar no topo da montanha conhecida como Tepeyacac, o dia amanhecia e ele ouviu cantos acima da montanha, assemelhando-se a cantos de vários lindos pássaros. De vez em quando, as vozes cessavam e parecia que o monte lhes respondia. O som, muito suave e deleitoso, sobre passava do "coyoltototl" e do "tzinizcan" e de outros pássaros lindos que cantam. Juan Diego parou, olhou e disse para si mesmo:
 “Porventura, sou digno do que ouço? Será um sonho? Estou dormindo em pé? Onde estou? Será que estou agora em um paraíso terrestre de que os mais velhos nos falam a respeito? Ou quem sabe estou no céu?”. 
Ele estava olhando para o oriente, acima da montanha, de onde vinha o precioso canto celestial e então de repente houve um silêncio. Então, ouviu uma voz por cima da montanha dizendo:
 “Juanito, Juan Dieguito.”
 Ele com coragem foi onde o estavam chamando, não teve o mínimo de medo, pelo contrário, encorajou-se e subiu a montanha para ver. Quando alcançou o topo, viu uma Senhora, que estava parada e disse-lhe para se aproximar.
Em Sua presença, ele maravilhou-se pela Sua grandeza sobre humana. Seu vestido era radiante como o sol, o penhasco onde estavam Seus pés, penetrado com o brilho, assemelhava-se a uma pulseira de pedras preciosas e a terra cintilava como o arco-íris. As "mezquites", "nopales", e outras ervas daninhas que ali estavam, pareciam como esmeraldas, sua folhagem como turquesas e seus ramos e espinhos brilhavam como ouro.
Ele inclinou-se diante Dela e ouviu Sua palavra, suave e cortês, como alguém que encanta e cativa muito. Ela disse-lhe:

”Juanito, o mais humilde dos meus filhos, onde estás indo?“

 Ele respondeu: 
“Minha Senhora e Menina, eu tenho que chegar à Sua igreja no México, Tlatilolco, para seguir as coisas divinas, que nos dão e ensinam nossos sacerdotes, delegados de Nosso Senhor”.

Ela então lhe disse:  

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Imaculada Conceição glorificada à revelia até por ... um diabo!




A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos. Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão. Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.  Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.
No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo. E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete. 
Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje! Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade. E o demônio teve que fazê-lo, obviamente a contragosto, mas com uma rima poética que reverenciou a glória de Nossa Senhora.
O demônio é “espírito de mentira”, mas o exorcismo pode obrigá-lo a dizer a verdade, inclusive sobre matérias de Fé, como a divindade de Jesus Cristo, as virtudes da Imaculada Virgem, a existência do Paraíso, do inferno, etc. 
Foi o que aconteceu com o demônio que tinha entrado num jovem analfabeto de apenas doze anos, residente em Adriano di Puglia, Itália, hoje Ariano Irpino, na província e diocese de Avellino. 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Homilia - XXI Domingo depois de Pentecostes









sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Oração Reparadora





(Para ser rezada na primeira sexta-feira de cada mês, diante do Santíssimo 
Sacramento exposto)

Divino Salvador Jesus!
Dignai-vos baixar um olhar de misericórdia sobre vossos filhos, que reunidos em um mesmo pensamento de Fé, Reparação e Amor, vêm chorar a vossos pés suas infidelidades e a de seus irmãos, os pobres pecadores!
Possamos nós, pelas promessas unânimes e solenes que vamos fazer, tocar o vosso divino Coração, e dele alcançar misericórdia para o mundo infeliz e criminoso e para todos aqueles que não têm a felicidade de vos amar!
Daqui por diante, sim, todos nós vo-lo prometemos:

Do esquecimento e da ingratidão dos homens,
Nós vos consolaremos, Senhor!    

Do abandono em que sois deixado no santo Tabernáculo,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Dos crimes dos pecadores,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do ódio dos ímpios,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das blasfêmias que se vomitam contra vós,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das injúrias feitas à vossa divindade,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Dos sacrilégios com que se profana o vosso Sacramento de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das imodéstias e irreverências cometidas em vossa presença adorável,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da tibieza do maior número de vossos filhos,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do desprezo que se faz de vossos convites cheios de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das infidelidades daqueles que se dizem vossos amigos,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do abuso de vossas graças,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossas próprias infidelidades,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da incompreensível dureza de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossa longa demora em vos amar,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De nossa frouxidão em vosso santo serviço,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Da amarga tristeza em que sois abismado pela perda das almas,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Do vosso longo esperar às portas de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Das amargas repulsas de que sois saciado,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vossos suspiros de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vossas lágrimas de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vosso cativeiro de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

De vosso martírio de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!

Oração

Divino Salvador Jesus, que de vosso Coração deixastes escapar esta queixa dolorosa: "Eu procurei consoladores e não os achei", dignai-vos aceitar o pequeno tributo de nossas consolações e assistir-nos tão poderosamente com o socorro de vossa graça que, para o futuro, fugindo cada vez mais de tudo o que vos poderia desagradar, nos mostremos em tudo, por toda a parte e sempre, vossos filhos, os mais fiéis e devotados. Nós vo-lo pedimos por vós mesmo, que sendo Deus, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais nos séculos dos séculos. Amém.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Curiosidades Natalinas



Por Evaristo Eduardo de Miranda



Quem inventou a árvore de Natal?




O inventor da árvore de Natal foi São Bonifácio, o apóstolo dos germanos ou evangelizador da Alemanha. Ele nasceu na Inglaterra em 672 e faleceu martirizado em 5 de junho de 754. Seu nome religioso, em latim Bonifacius, quer dizer “aquele que faz o bem”, e retoma o mesmo significado do seu nome saxão Wynfrith. Em 718 ele esteve em Roma e o Papa Gregório II enviou-o à Alemanha, com a missão de reorganizar a Igreja. Por cinco anos ele evangelizou territórios que hoje fazem parte dos estados alemães de Hessen e Turíngia. Em 722, foi feito bispo dos territórios da Germânia e, um ano depois, inventou a árvore de Natal, causando um certo impacto no meio ambiente germânico.


Quando surgiu a árvore de Natal?

Em 723 São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor, perto da atual cidade de Fritzlar, na Alemanha. Para convencer o povo e os druidas de que não era uma árvore sagrada, ele abateu-a. Esse acontecimento é considerado o início formal da cristianização da Alemanha. Algum dia estudarão o impacto ambiental da evangelização: na queda o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, Bonifácio interpretou esse fato casual como um milagre. Era o período do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou: “Doravante, nós chamaremos esta árvore de Árvore do Menino Jesus”. O costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus começou e estendeu-se pela Alemanha e de lá para o mundo, dizem.




Para que tanto enfeite na árvore de Natal?

A tradição católica assimilou a árvore de Natal com uma nova árvore da vida, aquela do jardim do Éden, lá no Paraíso (Gn 2,9). É costume enfeitá-la com bolas coloridas, como se fossem frutos, e com outros adornos natalinos. Os enfeites alegorizam desejos, virtudes, vínculos e sonhos das pessoas e da cada onde está a árvore de Natal. Já no tempo de São Bonifácio, as árvores de Natal eram enfeitadas com maçãs, evocando a nova frutificação e o antigo pecado original. Ao contrário da história do Éden sobre a serpente e a maçã (do latim: malum), a árvore de natal passou a evocar vida e salvação, plantada nas casas. As árvores também eram decoradas com velas, representando Nosso Senhor Jesus Cristo, a Luz do mundo. O costume difundiu-se pela Europa. Uma das primeiras registradas dos enfeites é do século XVI e vem da Igreja da Alsácia, na França. As familias decoravam os pinheiros com papéis coloridos, enfeites, frutas e doces. Espalhada por toda a Europa, a tradição de enfeitar a árvore de Natal chegou ao continente americano por volta de 1800.


Qual o simbolismo das bolas?



Desde o século VI, a tradição da árvore de Natal evolui: trocaram-se as perecíveis maçãs da árvore do Éden por bolas e enfeites, como sinal dos frutos da vida. As tradições familiares variam. Alguns colocam 12 bolas ou múltiplos de doze para evocar os doze apóstolos. Outros colocam 33 bolas, para lembrar os anos da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Outros adornam progressivamente a árvore de Natal com 24 a 28 bolas, dependendo do número de dias do Advento (do latim, Adventus: chegada). Outros ainda adornam a árvore de uma só vez. Às vezes, as crianças elaboram suas próprias bolas. Em outras famílias, as bolas são colocadas com uma oração ou um propósito em casa uma, até o dia de nascimento de Nosso Senhor. Para certas ordens religiosas, as bolas representam as orações do período do Advento: as azuis são orações de arrependimento, as prateadas de agradecimento, as douradas de louvor e as vermelhas de prece.


Por que as bengalas, os 3 sinos e os 7 anjinhos?




 Os enfeites da árvore de natal são um espaço de liberdade, arte e poesia para a criatividade familiar. Alguns são tradicionais e merecem destaque. Os 3 sininhos simbolizam a Santíssima Trindade e também costuma adornar a guirlanda do Natal, na entrada das casas. Os 7 anjinhos representamos espíritos angélicos, os anjos dos pequeninos diante de Deus, contemplando e intercedendo por todos (Mt 18,10). As bengalinhas evocam a caminhada, o trabalho de cada um e também o pastoreio de Nosso Senhor, o cajado do Bom Pastor. Também colocam-se pequenos e bonitos pacotinhos e presentinhos dependurados na árvore ou aos seus pés. Eles representam as boas ações e os sacrifícios, os "presentes" que serão dados a Nosso Senhor Jesus Cristo no Natal.


Quem inventou o presépio?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

02 de Dezembro - Santa Bibiana, Virgem e Mártir



 Santa Bibiana, Virgem e Mártir


Na época em que Roma estava sob o poder o imperador Juliano, “o Apóstata”, aconteceu um dos últimos surtos de perseguição fatal aos cristãos, entre 361 e 363. O tirano, que já tinha renegado seu batismo e abandonado a religião, passou a lutar pela extinção completa do cristianismo.

Começou substituindo todos os cristãos que ocupavam empregos civis por pagãos, tentando colocar os primeiros no esquecimento. Mas não parou por aí. Os mais populares e os mais perseverantes eram humilhados, torturados e, por fim, mortos.
No ano 363, a família de Bibiana foi executada na sua presença, porque não renunciou à fé cristã. Flaviano, seu pai, morreu com uma marca na testa que o identificava como escravo. Defrosa, sua mãe foi decapitada. Ela e a irmã Demétria, antes, foram levadas para a prisão.
A primeira a morrer foi Demétria, que perseverou na fé após severos suplícios na presença da irmã. Por último, foi o martírio de Bibiana, para a qual, conforme a antiga tradição, o governador local usou outra tática. Foi levada a um bordel de luxo para abandonar a religião ou ser prostituída. Mas os homens não conseguiam aproveitar-se de sua beleza, pois a um simples toque eram tomados por um surto de loucura. Bibiana, então, foi transferida para um asilo de loucos e lá ocorreu o inverso, os doentes eram curados.

Sem renegar Cristo, foi entregue aos carrascos para ser chicoteada até a morte e o corpo jogado aos cães selvagens. Outro prodígio aconteceu nesse instante, pois os cães não o tocaram. Ao contrário, mantiveram uma distância respeitosa do corpo da mártir. Os seus restos, então, foram recolhidos pelos demais cristãos e enterrados ao lado dos familiares, num túmulo construído no monte Esquilino, em Roma.

Finalmente, a perseguição sangrenta acabou. A história do seu martírio ganhou uma devoção dos fieis. Santa Bibiana passou a ser incovada contra os males de cabeça e as doenças mentais e a epilepsia. Seu túmulo tornou-se meta de peregrinação e o seu bonito nome escolhido na hora do batismo. Também a conhecida variação, não menos bela, de Viviana se tornou popular na cristandade. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Terceiro Mandamento – Guardar Domingo e Festas (Ultima Parte)





As obras liberais, nas quais o espírito toma mais parte que o corpo, como escrever, ler, ensinar, dese­nhar estudar, tocar instrumentos de musica, etc., etc., são permitidas nos domingos.
São também permitidas as obras que se cha­mam comuns, como varrer, caçar, pescar, etc.
A profanação do domingo é muito nociva a socie­dade, e muitas vezes Deus a pune neta vida com ter­ríveis castigos.
O descanso do domingo é muito útil ao nosso corpo, porque assim reparam-se as forças, conserva-se a saúde e prolonga-se a vida.
Na lei antiga, a profanação do sábado era castigada com a morte. Por isso, os Fariseus e os Escribas, que buscavam sempre a ocasião de por Jesus em contradição com a lei de Moises, acusavam-no de violar a lei do sábado, porque fazia milagres nesse dia curando os enfermos. Eis aqui o que nos narram os evangelistas a esse respeito : Num dia de sábado, ia Jesus caminhando, e seus discí­pulos, que tinham fome, começaram a colher espigas e as come-las. E vendo isto os Fariseus, lhe disse­ram : Olha o que os teus discípulos fazem o que não é permitido fazer nos sábados. Porem Ele lhes disse: Não tendes lido o que fez David quando ele teve fome e os que com ele estavam, como entrou na casa de Deus e comeu os pães da proposição, os quais não era licito comer nem a ele, nem aos que com ele estavam, mas unicamente aos sacerdotes? Ou não tendes lido na lei que os sacerdotes nos sábados, no templo, quebrantam o sábado e ficam sem pecado? Pois digo-vos que aqui está o que é maior que o templo. E se vós soubésseis o que é : Quero misericórdia e não sacrifício, jamais condenareis aos inocentes. E porque o Filho de Homem é senhor até do sábado mesmo. E depois de partir dali veio á sinagoga deles, e aparece um homem que tinha paralisada uma das mãos, e eles, para terem de que o acusar, lhe fizeram esta pergunta: será por ventura licito curar aos sábados? E Ele lhes disse : Que homem haverá por acaso entre vós, que tenha uma ovelha, e se esta lhe cair no sábado em uma cova não lhe lance a mão para dali a tirar? Ora, quanto mais excelente é um homem do que uma ovelha. Logo é licito fazer bem nos dias de sábado. Então disse para o homem : Estende a tua mão. E ele a estendeu e lhe foi restituída sã como a outra. Mas os Fariseus saindo dali consultavam contra ele, como o fariam morrer. (Matlh. XII, i-i4)

sábado, 28 de novembro de 2015

Comentários Eleison: O Vaticano II Desenterrado - por Dom Williamson





Comentários Eleison: O Vaticano II Desenterrado
Comentários Eleison - por Dom Williamson
CDXXXIV (434) - (07 de novembro de 2015):


O Vaticano II Desenterrado



Um Deus diminuído, esvaziado, retalhado, Não atrairá. Seja Cristo novamente coroado. 
Acabei de reler Pope John’s Council [O Concílio do Papa João], de Michael Davies, escrito em 1977 e com pouca necessidade de ser atualizado quase 40 anos mais tarde. Talvez Michael Davis tenha sido muito amável com o Concílio, mas existem muitas verdades importantes no livro, motivo pelo qual pode ser calorosamente recomendado a qualquer um que esteja iniciando seus estudos sobre ele. Especialmente interessante é o Apêndice VI, que consiste em uma revisão escrita pelo Professor Louis Salleron, em 1936, sobre o até então recém-surgido livro Humanismo Integral, do filósofo francês Jacques Maritain (1882-1973). Este livro interessou tanto a um padre italiano, Giovanni-Battista Montini, que ele o traduziu para o italiano. Mais tarde, tornou-se o Papa Paulo VI, o principal arquiteto do Vaticano II. Assim, Salleron desenterra as raízes do Concílio, 26 anos de ele começar.

Humanismo Integral apresenta a visão de Maritain sobre um novo futuro para uma remodelada Cristandade. A civilização burguesa está condenada, mas ao invés de a Igreja continuamente condenar a centralização do homem do humanismo, que permitiu a ascensão da Revolução Francesa (1789), que permitiu a ascensão daquela burguesia, a Revolução precisa ser reconhecida como parte de um processo histórico contínuo e inevitável, o qual o Cristianismo pode e deve aceitar. Por esse meio, enquanto todo o curso da história moderna não pode ser parado, não obstante, por Cristo o humanismo pode se tornar verdadeiramente, completamente humano, transformando-se em um “humanismo integral”. O Cristianismo, então, reconstruído sobre fundações modernas, trará Cristo ao homem moderno e o homem moderno a Cristo: eis a admirável intenção de Maritain, de Paulo V e de Dom Fellay.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

É sempre preciso confessar-se antes de Comungar?





Discípulo — Diga-me, Padre, será preciso confessar-se toda vez que vamos comungar?

Mestre — Para quem se acha em pecado mortal é claro que a confissão é necessária.

D. —E se hoje por exemplo não tenho tempo ou não consigo confessar-me e digo: “Bom, amanhã me confessarei; no entanto hoje vou comungar”, faço mal?

M. — Se você sabe que está em pecado mortal, cometerá um sacrilégio.

D. Então, não há exceção nem pretextos que valham?

M. — Absolutamente não. Nem razões, nem pretextos, nem desculpas; nada. Se alguém não pode ou não quer confessar-se, também não comunguem. Deixando a comunhão não fará nenhum pecado; invés, se comungar em pecado mortal, perpetrará sempre um sacrilégio. São Paulo e Santo Tomás dizem terminantemente: Examine-se antes o homem… Antes de comungar, entre cada um em sua consciência e veja se cometeu algum pecado mortal; se verdadeiramente certificar-se disso, deixe a comunhão, não vá receber a própria condenação.

D. — Então, Padre, não basta arrepender-se dos pecados e fazer o propósito? É preciso também a confissão?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Lutero no Inferno: a visão da beata Serafina Micheli




“Ele se distinguia dos outros porque estava rodeado de demônios que o obrigavam a ficar de joelhos.”
Luis Dufaur
Em 1883 a Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli (1849-1911), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos, passava pela cidade de Eisleben, na Saxônia, Alemanha.
Eisleben é a cidade natal de Lutero. E, naquele dia comemorava-se o quarto centenário do nascimento daquele grande heresiarca (10 de novembro de 1483).
Lutero dividiu a Igreja e a Europa. Dessa divisão adviram crudelíssimas guerras de religião que duraram décadas a fio.
A população aguardava o imperador alemão Guilherme I que devia presidir as solenidades.
A futura beata não se interessou pela agitação e seu único desejo era encontrar uma igreja onde pudesse rezar e visitar a Jesus Sacramentado.
As igrejas estavam fechadas e já era noite.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Homilia - XX Domingo depois de Pentecostes







quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Novena da Medalha Milagrosa - Iniciada hoje 19-11.






Orações

1 - Sinal da Cruz
2 - Ato de Contrição
3 - Leitura do Dia
4 - Súplica a Nossa Senhora
5 - Oração Final

Ato de Contrição 
Senhor Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiros, Criador e Redentor meu, por Sedes Vós que Sóis, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me Senhor, de todo o meu coração Vos ter ofendido, pesa-me também por ter perdido o céu e merecido o inferno, e proponho firmemente ajudado com o auxílio da Vossa divina graça emendar-me e nunca mais Vos tornar ofender, espero alcançar o perdão de todas as minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia, Amém.

Leituras

1º Dia - 1ª Aparição
Contemplemos a Virgem Imaculada, em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré. A piedosa noviça guiada por seu Anjo da Guarda é apresentada à Imaculada Senhora. Consideremos sua inefável alegria. Seremos também felizes, como Santa Catarina, se trabalharmos com ardor na nossa santificação. Gozaremos as delícias do Paraíso, se nos privarmos dos gozos terrenos.

2º Dia - Lágrimas de Maria
Contemplemos Maria, chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de Seu Filho seria ultrajado, a cruz escarnecida e seus filhos prediletos perseguidos. Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos do fruto de suas lágrimas.

3º Dia - Proteção de Maria
Contemplemos nossa Imaculada Mãe, dizendo em suas aparições a Santa Catarina: "Eu mesma estarei convosco, não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças". Sede para mim, Virgem Imaculada o escudo e a defesa em todas as necessidades.

4º Dia - Segunda Aparição
Estando Santa Catarina Labouré em oração, a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal. Nessa aparição se vê seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor!

5º Dia - As Mãos de Maria
Contemplemos, hoje, Maria desprendendo de suas mãos raios luminosos. "Estes raios - disse Ela - são a figura das graças que derramo sobre todos aqueles que mas pedem e aos que trazem com fé minha medalha".
Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança, e Maria Imaculada nô-las alcançará.

6º Dia - Terceira Aparição
Contemplemos Maria aparecendo à Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas e mandando cunhar uma medalha, prometendo a todos que a trouxerem com devoção e amor muitas graças. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha e, como escudo, ela nos protegerá nos perigos.

7º Dia da Novena
Ó Virgem Milagrosa, Rainha Excelsa, Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu.

8º Dia da Novena
Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos, que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.

9º Dia da Novena
Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

Súplica a Nossa Senhora
Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplarmos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na Vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada, pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosas culpas, acercamo-nos de vossos pés, para vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades... (pede-se a graça).

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Oração Final
Santíssima Virgem! Eu creio e confesso, vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça... que peço com toda confiança. Amém.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Série Aparições de Nossa Senhora - Nossa Senhora do Carmo





Aparição de Nossa Senhora do Carmo 
na Inglaterra -1251.


Onde Aconteceu: Na cidade de Cambridge, Inglaterra.

Quando: Em 16 de Julho de 1251.

A quem: A São Simão Stock.

HISTÓRICO.

            O Monte Carmelo, na Palestina, é o lugar sagrado do Antigo e Novo Testamento. É o Monte em que o Profeta Elias evidencia a existência e a presença do Deus verdadeiro,
          Vendo os 450 sacerdotes pagãos do Baal e os 400 profetas dos bosques, fazendo descer do céu o fogo devorador que lhes extinguiu a vida. (III Livro dos Reis, XVIII, 19 seg.).
          É ainda o Profeta Elias que implora do Senhor chuva benfazeja, depois de uma seca de três anos e três meses (III Livro dos Reis, XVIII, 45).
          É no Monte Carmelo que a tradição colocou a origem da Ordem Carmelitana. Ali viviam eremitas entregues à oração e à penitência.

Os Fatos:

A palavra Carmelo (em hebraico, "carmo" significa vinha; e "elo" significa senhor; portanto, "Vinha do Senhor"): este nome nos leva para esta famosa montanha da Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada por uma nuvenzinha branca que, num período de grande seca, prenunciava a chuva redentora que cairia sobre a terra ressequida (cf I Rs 18,20-45).
Por uma intuição sobrenatural, soube que essa simples nuvem, com forma de uma pegada humana, simbolizava aquela mulher bendita, predita depois pelo Profeta Isaías (“Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho”), que seria a Mãe do Redentor. Do seu seio virginal sairia Aquele que, lavando com seu sangue a terra ressequida pelo pecado, abriria aos homens a vida da graça.

        Estes profetas foram "participantes" da obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos; fugiram para a Europa e radicaram-se em vários países entre eles a Inglaterra. Dos seguidores de Elias e seus continuadores, de acordo com a tradição, nasceu a Ordem do Carmo, da qual Maria Santíssima é a Mãe e esplendor, segundo as palavras também de Isaías “A glória do Líbano lhe será dada, o esplendor do Carmelo e de Saron” (Is 35, 2).